O que é bom e nos faz crescer temos que partilhar

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     Queridos amigos! Gostaríamos de partilhar com vocês algumas palavras de um livro maravilhoso que ganhamos quando coordenamos o 1º ECJ Nossa Senhora de Fátima (Famílias Restauradas - Pe. Léo).
 
O que é bom e nos faz crescer temos que partilhar.




    Nada melhor do que começar pela Família... Já ouvimos muito que a família é nossa igreja doméstica, que é lugar de praticar o amor, paciência, perdão, solidariedade, respeito, mas que  acima de tudo a família é nosso suporte. Suporte para o marido, para esposa, para os filhos e para a sociedade que se encontra carente das virtudes citadas acima. Precisamos construir nossa família sobre a rocha firme (Mt 7,24-27), começando pela unidade e amor; e para fortalecer mais ainda essa rocha: a presença de Deus dentro do lar.

    Deus nos colocou no mundo para viver o amor e a felicidade. Misteriosamente, como a semente germina na terra, o amor nasce no coração do ser humano. Em nossa rotina crescem aqueles "matinhos" que machucam e que muitas vezes nos impedem de viver esse sentimento e para que aconteça a cura cotidiana (que limpa nosso terreno) é preciso que o casal se aceite. Um precisa estar disposto a aceitar e compreender as suas próprias fraquezas e as fraquezas do outro. O padre Léo coloca no livro que “cura cotidiana e aceitação mútua não é deixar como está para ver como é que fica”, e ele nos deixa algumas dicas e atitudes para superar as dificuldades diárias:

  • Afabilidade- delicadeza, reconhecimento.
  • Bondade- colocar-se no lugar do outro.
  • Capacidade de estímulo- procurar trazer à tona o melhor que o outro tem.
  • Colocar-se no lugar do outro- procurar entender o outro a partir de sua história.
  • Confiança mútua- abertura de coração.
  • Coragem- Persistência.
  • Corrigir com amor- querer que o outro melhore; desejar e agir.
  • Determinação- ação determinada, saber o que se quer.
  • Diálogo- colocar-se ao nível do outro, fazer-se igual.
  • Falar na hora certa- nem muito, nem pouco e no lugar apropriado.
  • Fazer-se igual- olhar seus próprios defeitos e limitações.
  • Humildade- frutificar os dons.
  • Interesse mútuo- buscar o bem comum.
  • Não gritar- o grito é  a pior violência quando se ama.
  • Não se acomodar- sempre buscar o melhor.
  • Não ser pessimista- discurso do encardido.
  • Perdoar sempre- amar de novo.
  • Saber elogiar- ressaltar o que o outro tem de bonito, e positivo, seus valores.
  • Saber silenciar- na dor, no erro, mesmo quando tem razão.
  • Sinceridade- sem máscaras.
  • Sorrir e fazer sorrir- a alegria é uma força de cura.
  • Ter bom humor- ver o lado simples das coisas. Escolher o lado que se quer ver e priorizar. Procurar ver sempre o lado bom de cada fato e pessoa.
  • Ver e ajudar o outro a ver o que tem de positivo- ajudar a descobrir-se.
    Deus não pode ser um estepe em nossa vida, é necessário que tenhamos um relacionamento pessoal com Ele. Deus precisa ser aquele que dá sentido e nos direciona em nossa caminhada pessoal e familiar.

    Para finalizar, não vamos nos esquecer da oração, pois rezando e oferecendo nossos medos, dificuldades e alegrias a Deus é possível superar a raiva e trazer muita cura ao relacionamento.

    Amar é escolher caminhos e renunciar a possibilidade de outros caminhos. Durante o trajeto surgem muitos desafios e muitas vezes surgem propostas que parecem bonitas e maravilhosas, mas não posso me deixar levar por facilidades aparentes. A felicidade é fruto de persistência e coerência.

Referência: Famílias Restauradas (Pe. Léo sjc) Editora Canção Nova.

Dos amigos
Jéssica e Jéferson
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